Considerada a mais movimentada das ruas da cidade de São Paulo -
principalmente em feriados prolongados, onde circula
até 1 milhão de pessoas -, a Rua 25 de março tem
vida própria. Além disso, suas adjacências completam
o "verdadeiro centro de negócios". Atraído pelo
número de lojas, ofertas no atacado e no varejo, e
pelas variedades de produtos de qualidade, o
consumidor já sabe o endereço certo.
Ao longo dos seus 2.500 metros, onde começa sob a
avenida Rangel Pestana e termina na esquina da rua
Paula Souza, próximo a estação de Metrô Luz, se
encontra de tudo. Com preços atraentes, o consumidor
pode escolher uma gama de produtos de armarinhos,
cama, mesa e banho, brinquedos, produtos de
papelaria, esotérico, calçados, vestuários, produtos
eletro e eletrônicos, utensílios domésticos,
presentes, produtos de beleza e informática, bebidas
nacionais e importadas e alimentos em geral. Pela
qualidade e o número de mercadoria, o presidente da Univinco foi enfático em afirmar que a região já
está num nível bastante avançado.
"O
controle de estoque em depósito, código de barra,
capacidade e número dos funcionários nos colocam
numa posição privilegiada", diz Jorge Adib.
“Eu sei que há
muitas lojas que vendem produtos de povão, mas não
somos somente mais uma região que vende
‘quinquilharias’. Quem vende estas espécies de
produtos são os camelôs", pondera. Silmara Fernandes
Garcez, que possui um ponto de comércio em
Mogi das Cruzes, município de
São Paulo, pensa diferente. Além de pesquisar de
loja em loja, ela confere as novidades
comercializadas nas barracas dos camelôs.
"Há produtos dos camelôs que também chamam atenção
dos nossos fregueses", diz. Silmara, que andou por
uma manhã inteira, acompanhada da sobrinha Vivian
Cristiane Garcez, em busca de presilhas, laços para
cabelos, bolsas e outras variedades. "Chego a
investir até R$ 2 mil por mês em produtos",
contabiliza.
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